Publicado en AULA DE LÍNGUAS, AULA DE PORTUGUÊS, PORTUGUESE CLASS FOR FOREIGNS

Charadas matemáticas

Charadas matemáticas legais e divertidas com respostas

Você consegue desvendar esses enigmas matemáticos? Que tal desafiar um amigo? Algumas dessas charadas são pegadinhas bem divertidas!

1. Uma letra pode mudar tudo

Como é possível ir de 98 para 720 usando apenas uma letra?

charada o que é o que é

Resposta: é só inserir um x entre 90 e 8. 90 x 8 = 720.

2. Uma linha reta pode mudar tudo

Como tornar verdadeira a seguinte conta desenhando apenas uma linha reta: 5 + 5 + 5 = 550?

Resposta: basta transformar o primeiro sinal de adição num 4, ligando a ponta de cima do sinal com sua ponta esquerda. Assim, 5 + 5 viram 545. Outra forma de fazer essa conta dar certo é transformar o sinal de igual em ≠ (diferente). Para isso, basta traçar uma pequena reta.

3. A fórmula da juventude

Uma pessoa tem 15 anos em 1990. Em 1995, essa mesma pessoa tem 10 anos. Como isso é possível?

Resposta: ora, essa pessoa nasceu em 2005 a.C.(antes de Cristo)! Assim, em 2000 a.C. essa pessoa tinha 5 anos. Em 1995, 10 anos. E em 1990, 15 anos.

4. Vendo um ângulo bem de perto

Quanto medirá um ângulo de 38º se o ampliarmos 10 vezes através de um microscópio?

Resposta: continuará medindo 38º.

5. O que é, o que é?

Uma esfera tem 3, um círculo tem 2 e um ponto tem 1. Do que estamos falando?

charada matemática o que é o que é

Resposta: dimensões.

6. Como é bom poder caminhar e observar a paisagem!

Um homem vai ao mercado a pé. No caminho, ele vê 10 árvores a sua esquerda. Na volta, ele vê 10 árvores a sua direita. Quantas árvores ele viu?

Resposta: 10, já que as árvores que ele viu na volta são as mesmas que ele viu na ida.

7. Uma conta que não fecha

Acrescento 5 a 9 e o resultado é 2. Ora, como isso é possível?

Resposta: estamos falando de horas. Se for 9 horas da manhã e acrescentarmos 5 horas, teremos 2 horas da tarde.

8. Bichinhos cheios da grana

Um pato recebeu R$ 9, uma aranha R$ 36 e uma abelha R$ 27. Com base nesses números, que quantia em dinheiro será dada a um gato?

Resposta: R$ 18 (R$ 4,50 por perna).

Charadas matemáticas fáceis

Não é porque são fáceis que estas charadas não põem a gente para pensar. São ideais para desafiar o cérebro de alunos do ensino fundamental.

9. A misteriosa idade de Mônica

Quando Kátia tinha 6 anos, sua irmã Mônica tinha exatamente a metade da sua idade. Agora Kátia tem 40 anos. Quantos anos tem Mônica?

Resposta: Mônica é 3 anos mais nova que Kátia. Portanto, hoje ela tem 37 anos.

10. Pai e filho

Quando meu pai tinha 31 anos, eu tinha 8. Agora ele tem o dobro da minha idade. Quantos anos eu tenho?

Publicado en Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS, PORTUGUESE CLASS FOR FOREIGNS

CONTOS DE MEDO E TERROR

Conto de Letícia Rosa Lima – Professora: Silvana Duarte

O ESTRANHO CASO DE ANA SMITH

Meu médico me recomendou alguns remédios e tudo estava indo bem… Até que meu marido e eu mudamos de cidade e consequentemente tive que mudar de médico. ‘Novo médico, novos remédios, tudo de novo.

A casa nova era grande e um pouco escura, mas eu daria um jeito “Sempre dou.” Os novos remédios deveriam me ajudar, porém não foi o que aconteceu. As coisas que eu via agora eram piores “visagens malditas.” Sempre ao chegar em casa ara uma tormento. “Não aguento mais…”

Tudo piorou quando eu comecei com esses remédios. “Você deve estar pensando – Poxa, então por que não para de tomá-los?”

E foi o que eu fiz, por incrível que pareça as coisas melhoraram. Vitor não estava feliz, me dizia que remédios foram feitos para ajudar e que eu deveria voltar a tomá-los. Como não queria deixar meu marido magoado, decidi escutá-lo. “Afinal Vitor era um exemplo de esposo.”

Em uma quarta feira pela manhã, pedi carona a uma amiga pois morava longe da cidade e Vitor usava o carro para trabalhar. Lembrei que o consultório do doutor Augusto, com quem iria me consultar, era perto do emprego do meu marido e como ia à cidade com raridade, decidi passar lá.

O prédio era grande, com longas janelas de vidro e uma decoração moderna. “Como não havia ido antes?” A sala dele era no terceiro andar, então peguei o elevador. Assim que as portas se abriram pude ver sua secretária, Scarlet, esse era o nome dela, ela usava um sapato de salto na cor preta e um lindo vestido vermelho.

Scarlet estava sentada em uma mesa ao lado de uma porta, imaginei ser a sala do meu marido. Cheguei perto para conversar com a secretária e ela pareceu se assustar comigo.

— Boa tarde, gostaria de falar com meu marido, Vitor Smith. — Ela me olhou um tanto assustada.

— A senhora é esposa do senhor Smith?

Sim? — Saiu mais como uma pergunta do que como uma resposta. “O que está acontecendo?” — Poso entrar na sala do meu marido ou ele está ocupado? — Ela pareceu se desesperar. “A senhora não pode entrar, o senhor Smith está em-em um-uma reunião. “ok, esquisito” Achei melhor ir embora, afinal não tinha mais o que fazer ali. Como já havia me consultado no psiquiatra resolvi voltar para casa.

Quando cheguei em casa me senti entediada, já que ainda n trabalhava e não havia nada para fazer, resolvi ler um livro. Me sentei em uma das poltronas da sala e comecei a folhar o livro. ‘Ele quer te matar’ “O que foi isso?” Me assustei quando ouvi uma voz sussurrada, mas havia um porém, eu estava sozinha.  “O que está acontecendo? Quem quer me matar?” Era tudo meio confuso. ‘Seu marido está falido, ele planeja te matar e pegar o dinheiro do seu seguro de vida’ “O que? Como assim? Vitor nunca faria uma coisa dessas, ele é um exemplo de pessoa.” ‘Mate-o’ —Não! Eu nunca mataria um ser humano! ‘Mate-o’.

O que acabara de acontecer, havia terminado ali, a voz foi embora tão rápido quanto apareceu. Eu precisava conversar com Vitor, aquilo não fazia sentido algum.

Vitor chegou algumas horas depois. “Podemos conversar?” Perguntei sem rodeios, queria ser direta, ele apenas assentiu e se dirigiu até a cozinha. “Sobre o quer conversar Anna?” “Você planeja me matar?” Ele me olhou com espanto, como alguém que é pego no flagra. Eu não tive uma resposta, então perguntei de novo “Vitor, você planeja me matar?” pronunciei mais devagar “De onde você tirou isso? É um absurdo!” Ele parecia desesperado “Você está falido?” “O que? Claro que não” ‘Por que eu não sinto verdade nisso?’ ‘Mate-o.’ De novo isso, de novo as vozes “Vamos conversar com calma, você está alterada” ele quem parecia alterado “eu estou bem, não me trate como uma invalida” ‘Mate-o ou terá que escolher, você ou ele’ “Não estou te tratando como inválida, mas você toma remédios por um motivo… ‘Mate-o’  “Eu estou bem, não preciso de remédios!” “Não, você não está bem, está ficando louc-“ ‘Mate-o’ — Eu não sou louca!

Eu fiz o que as vozes diziam, talvez não devesse ter feito, mas fiz. Foi rápido e fundo. Uma facada só. Era a faca que estava no balcão da cozinha atrás de mim. Estava parada em devaneios quando escutei uma sirene. “Polícia? Como eles chegaram tão rápido?” Não tive tempo de raciocinar, logo minha casa estava cheia de policias fardados. Eles me algemaram. Eu estava em choque. “Achamos o corpo” um dos policiais disse. “eu não fiz nada, não podem me prender, foram as vozes, elas me mand-“ “A senhora tem o direito de permanecer calada, tudo que disser poderá ser usado contra você” um dos policiais me interrompeu. Não importava mais, eu já estava sendo levada para a delegacia…

A primeira coisa que fizeram foi me levar para a sala de interrogatório. Sem cadastro. Sem nada…

Eu estava sentada em uma cadeira de metal com as mãos algemadas e presas a mesa. Um investigador entrou na sala, ele era alto, meio barrigudo, cabelos castanhos, a barba por fazer e um ar de competência.

O investigador ficou de pé ao lado da mesa, ele me encarava com toda a imparcialidade do mundo.

— Vou começar lhe fazendo algumas perguntas e você responderá com sinceridade.

Eu apenas assenti.

— Serei direto: por que matou seu marido?

— Não havia porque mentir, seria melhor se eu apenas dissesse a verdade.

— Ele não tinha mais dinheiro então planejou me matar para pegar o seguro, e as vozes me disseram para escolher, eu ou ele, não tinha outra escolha, não queria morrer.

— Hum, auto defesa, entendo! Senhora Anna, de uma olhada nessas fotos. — Ele tirou algumas fotos de um envelope preto e as colocou em cima da mesa.

— Que horror! Quem faria uma coisa dessas? — As fotos mostravam um corpo completamente desfigurado, haviam tantos cortes que seria impossível reconhecer quem era.

— Quem faria uma coisa dessas não é mesmo? Afinal foram 45 facadas de auto defesa — Disse John com um tom frio e irônico. — Ana, olhe de novo, você não reconhece essas roupas? Ainda podemos ver que se trata de uma camisa verde.

— 45 facadas? Não, não… eu apenas me defendi! Por que estão fazendo isso comigo?

— Por que está negando? As suas digitais estavam espalhadas em toda a cena, você estava segurando a arma do crime quando foi encontrada.

                Ana abaixou a cabeça e tentou entender todas as informações, ela não se lembrava de ter feito nada daquilo. “Esse detetive vai te colocar na cadeia em prisão perpétua, se você não quiser isso, deveria fazer igual fez com Vitor.” Ela ficou tão inerte nas vozes que nem escutou o investigador chamar.

— Anna, está se sentindo bem? — O detetive chamou mais algumas vezes mas não obteve resposta.

— Que estranho, é melhor pedir ajuda. — John estava saindo da sala quando escutou a voz de Ana

— Não preciso de ajuda, estou bem, nunca estive melhor. — Com isso o detetive se virou e observou a mulher, ela aparentava estar ausente. Ele se aproximou para falar com ela, quando chegou pero o suficiente a mulher pulou em cima do detetive e começou e enforca-lo com as algemas que estavam em seus punhos.

Com toda a agitação na sala, alguns policiais que passavam por lá decidiram ver o que estava acontecendo. Quando entraram no local encontraram a interrogada enforcando o detetive. Eles correram até os dois e os separaram, Ana estava se debatendo e tentava escapar dos braços do policial.

— Ela está descontrolada, vai acabar se machucando, chamem um médico.— Disse o detetive.

Um dos policiais saiu correndo em busca do médico da delegacia, assim que o encontrou os dois voltaram para a sala.

—Vou sedá-la antes que acabe se machucando ou machucando alguém.— O médico disse tirando um frasco de vidro e uma seringa de dentro de sua maleta. Assim que o sedativo foi aplicado a mulher começou a se acalmar e ficou desacordada

                Algumas horas depois um homem chegou a delegacia, ele era baixo, usava um terno cinza, apresentava indícios de calvície e carregava uma pasta de couro preta.

— Boa noite, Meu nome é Charles Campbell, sou advogado de Anna Smith, fui notificado que ela havia sido presa e gostaria de falar com ela.

— Sinto muito, mas a senhorita Anna não poderá receber visita do advogado quando acordar. — Informou a policial que estava na portaria.

— Quando acordar? Como assim?

— Aconteceram alguns problemas e ela precisou ser medicada.

— Ok, gostaria de conversar com quem estava com ela para entender melhor a situação da minha cliente.

— Tudo bem, irei chama-los.

A policial saiu da recepção e entrou onde parecia ser uma sala e logo em seguida saiu com dois homem, um policial e um médico.

— Boa noite, sou o detetive John e esse é o doutor Philips.— Ele os apresentou

Olá, meu nome é Charles e sou advogado da senhorita Anna, o que aconteceu com ela?

—           Estavamos no meio do enterrogatório quando a senhora Smith pareceu estar passando e mal, fui ver se estava bem ela pulou em mim e tentou me enforcar. Ela parecia estar fora de si, tivemos que usar um medicamento para acalma-la. Ela será acusada por agressão.

—           Anna é uma pessoa calma, nunca tentaria agredir alguém, você disse que ela parecia estar fora de si, será que pode ser alguma coisa psicológica? Talvez uma crise?

—           Ela apresentou os mesmos sintomas de uma pessoa com esquizofrenia, eu aconselho procurara um médico especialista.

—           Ok, obrigado.

O advogado começou a pensar “se ela realmente for diagnosticada com alguma doença psicológica pode ser considerada uma pessoa inimputável.”

ESTADO DE TORONTO

POLÍCIA CIVIL

             DEPARTAMENTO ESTADUAL DE HOMICÍDIOS E PROTEÇÃO À PESSOA

               5ª DELEGACIA DE POLÍCIA DE HOMICÍDOS E PROTEÇÃO À PESSOA

                                                             RELATÓRIO

                                                 IP n° 206/2021/300520-A

                O presente inquérito foi instaurado, a partir de auto de prisão em flagrante, para apurar a prática do delito de HOMICÍDIO, na forma CONSUMADA, fato ocorrido em 23/07/2021, por volta de 18h, na endereço, onde figura como vítima o executivo VIKTOR EDWARD SMITH, conforme na comunicação de ocorrência de n° 7594/2021/200720x

Segundo RELATÓRIO DE LOCAL DE CRIME, equipe de investigação preliminar deste Departamento com pareceu ao locar em razão de ter sido noticiado o homicídio de um individuo no bairro residencial Columbia Briths. A cena estava preservada pela Brigada Militar que por, intermédio de seus Policiais, informaram que a vítima havia entrado em atrito com a sua então esposa ANNA KOOPER SMITH. Após ouvirem gritos e uma possível discussão, os vizinhos notificaram a polícia. No local os policias militares Diego Rivera e Peter Jhonson informaram encontrar a rel em estado de choque segurando uma arma branca (faca de cozinha). O policial Johnson informou que ela parecia sonhar acordada e posteriormente ao fato chorou dizendo que estava em um pesadelo. Ela resistiu a prisão mas não negou o crime.

                  Toronto, 15 de setembro de 2021.

George Adams Kooper

Delegado de polícia

RELATÓRIO MÉDICO

Após o relatório final de investigação de homicídio n° 206/2021/300520-A  foi solicitado o relatório neurológico e psiquiátrico da rel. A senhora Anna Kooper Smith foi prontamente atendida no Hospital Toronto General Hospital e submetida e exames.

Foi diagnosticada com uma doença rara

Colocar a explicação da doença

Colocar algum tratamento para a doença

Atualmente a paciente encontra-se lúcida e em estado clínico estável.

Dr. Edward Miller Kooper

Médico responsável

[20:16, 03/12/2021] Letícia Emefei: […] o mundo quebra a cada um deles e eles ficam mais fortes nos lugares quebrados.

Ernest Hemingway

[20:16, 03/12/2021] Letícia Emefei: A frase q eu gosto

[20:16, 03/12/2021] Letícia Emefei: Este livro é dedicado a Marcela, Gabriela e Giovana, meu porto seguro e minhas irmãs de alma.  Agradeço a Silvana por me inspirar a melhorar na escrita e a expandir minha imaginação.

Publicado en Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS, PORTUGUESE CLASS FOR FOREIGNS

FUTURO DO PRETÉRITO

Para falar de acontecimentos que poderiam ter acontecido no passado, mas que não se concretizaram, utiliza-se a forma composta do futuro do pretérito. O futuro do pretérito composto forma-se com o verbo auxiliar “ter” no futuro do pretérito, seguido do particípio passado do verbo principal.

ATIVIDADE

Uma das funções do futuro do pretérito do indicativo é indicar polidez (educação) no discurso. O verbo gostaria, presente na tirinha, está conjugado no futuro do pretérito. Você acha que na tirinha o verbo gostaria possui essa função de polidez? Explique sua resposta.

Atividade

VAMOS CANTAR?

Epitáfio

Titãs

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer…

Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração…

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar…

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor…

Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier…

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar…(2x)

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr…

a) Quais locuções verbais aparecem na música?

b) Chorado, distraído, errado… estão em que tempo verbal? GERÚNDIO ou PARTÍCIPIO? Encontre outros exemplos na canção.

c)Transcreva todos os verbos que aparece no infinitivo

d) O verbo «devia» e «queria» está em que tempo verbal?

e) Há a presença de futuro na canção? Comprove usando alguma locução verbal.

f) Há a presença do verbo de estado «ser»? Se sim, qual?

g) «Enquanto eu andar distraído» Passe a o verbo que está no infinitivo para o PRETÉRITO PERFEITO E PRET. IMPERFEITO, DEPOIS PARA O PRET. MAIS-QUE-PERFEITO.

d)Identifique os verbos abundantes no particípio e escreva a outra forma

VERBOS ABUNDANTES

Verbos abundantes são aqueles que, em certas conjugações, têm mais de uma forma aceita pela gramática. É mais comum haver duas formas equivalentes possíveis, mas há casos com até três formas equivalentes. Algumas vezes, ambas as formas possíveis são usadas recorrentemente pelos falantes, mas há casos em que os falantes usam com mais frequência apenas uma delas, fazendo com que a outra seja menos conhecida.

Leia também: Verbos anômalos – verbos que, quando conjugados, sofrem alteração em seus radicais

Conjugação dos verbos abundantes

Os verbos abundantes podem ter uma conjugação regular ou irregular, sendo que, em casos específicos (dependendo do tempo e da pessoa da conjugação), haverá mais de uma forma possível. Isso ocorre com mais frequência no particípio, o que é chamado de particípio duplo. Além do particípio, também há registros de conjugação dupla em outros tempos verbais, como em certos verbos do presente do indicativo e no imperativo afirmativo.

Veja os exemplos com os verbos “haver”, “dizer”, “fazer” e “trazer”.

verbo haver – presente do indicativo
nóshavemoshemos

SAIBA MAIS EM:

pretérito mais-que-perfeito do indicativo 

pretérito mais-que-perfeito do indicativo é um tempo verbal empregado para indicar uma ação passada que ocorreu antes de outra, também no passado. Ele é geralmente utilizado em situações formais ou em textos literários.

Exemplos de frases:

  • Diogo falara de seus pais.
  • Dora bebera uma bebida muito forte.
  • Falou como se fora comum.

Usamos o pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo para indicar um fato que aconteceu antes de outra ação passada. Além disso, ele pode indicar um acontecimento situado de forma incerta no passado. Quando a polícia chegou, a confusão já tinha passado.

Publicado en AULA DE LÍNGUAS, Aula de língua Portuguesa 7ºano, AULA DE PORTUGUÊS

A INTERTEXTUALIDADE

Intertextualidade - Dicio, Dicionário Online de Português

Leia o poema abaixo:

Canção do exílio

Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Agora leia a tirinha e pense sobre o que seria intertextualidade…

1- (UERJ – 2008)

Ideologia

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões estão todas perdidas
Os meus sonhos foram todos vendidos
Tão barato que eu nem acredito
Eu nem acredito
Que aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
Frequenta agora as festas do «Grand Monde»

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver

O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock ‘n’ roll
Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
Agora assiste a tudo em cima do muro

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver.

(Cazuza e Roberto Frejat – 1988)

E as ilusões estão todas perdidas (v. 3)

Esse verso pode ser lido como uma alusão a um livro intitulado Ilusões perdidas, de Honoré de Balzac.

Tal procedimento constitui o que se chama de:

a) metáfora

b) pertinência

c) pressuposição

d) intertextualidade

e) metonímia

mais atividades clique:

Mais atividades, acesse o documento abaixo:

Publicado en AULA DE LÍNGUAS, Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS, PORTUGUESE CLASS FOR FOREIGNS

VERBOS NO IMPERATIVO

VERBOS Verbo é a palavra variável que exprime um fato representado no  tempo. Modo verbal - é a propriedade que tem o verbo de enunciar a atitude.  - ppt carregar
O modo subjuntivo e imperativo das formas verbais - Português
Plano de aula - 5º ano - Estudo dos verbos associado às situações  comunicativas

ATIVIDADE

ATIVIDADE – A ÁRVORE DOS DESEJOS

Árvore dos Desejos | Árvores na Cidade

MODELO DE PROVA

Publicado en AULA DE INGLÊS- TEACHER SILVANA, Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS

Como escrever para a Rainha Elizabeth

Clique e acesse às regras

Como escrever uma carta formal em inglês

MUSIC- BEATLES- PLEASE MR. POSTMAN

INSPIRE-SE! Letters to Juliet- UM FILME PARA ESCREVER UMA CARTA…

Publicado en Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS

ATIVIDADES SOBRE DISCURSO DIRETO E INDIRETO

PARA PRATICAR:

Publicado en Aula de língua Portuguesa 7ºano, Aula de língua Portuguesa 8ºano, AULA DE PORTUGUÊS

Descrição objetiva e subjetiva

Exemplo de descrição de paisagem:

A PAISAGEM

Há algum tempo atrás passei por uma paisagem muito bonita, que me ficou na memória… lembro-me desse dia, como, se fosse hoje.

Na paisagem, em primeiro plano podia-se observar uma cabana rústica, feita de madeira, com um aspeto de ser bastante antiga. Uns metros mais atrás da cabana, à esquerda, havia duas árvores, uma mais alta que outra, mas as duas de tom verde-escuro.

Na paisagem existiam bastantes colinas verdes, que subiam e desciam vezes sem conta.

Em segundo plano, havia uma bela e grande igreja branca com uns belos azulejos azuis limpos e brilhantes, e bem perto da igreja existiam ainda umas grandes árvores, de tom verde-claro.

Ao fundo da paisagem, por cima de tudo e de todos, umas grandes e belíssimas montanhas…

Esta foi uma paisagem muito bela que me ficou na memória.            

Paisagem


– Não imaginas a paisagem lindíssima que vi no fim-de-semana! Era uma paisagem colorida, cheia de verde à volta, devias ter visto! Ouvia-se os pássaros a cantar, melodias tão bonitas… Viam-se várias árvores, montanhas e casas, cada casa tinha uma beleza única! Também havia uma igreja ao fundo de tudo, estava rodeada com árvores e natureza, o que a tornava mais bela do que já era! Se tivesses lá, ias adorar! Para além dos pássaros, ouviam-se os sinos da igreja e o vento… Mais atrás da igreja, viam-se campos agrícolas e pastores a pastar o seu gado! Era tudo tão bonito. Espero voltar lá mais vezes! A uns metros, à frente da igreja estava uma cabana, que parecia abandonada. A cabana era castanha e pequena. À esquerda da cabana não havia árvores, só se via relva, um pouco seca. Mas era tudo tão lindo, que é impossível esquecer! Espero que um dia vás lá!

Dinâmica- desenhe a paisagem ao ouví-la

Agrupamento de Escolas Visconde de Juromenha - ppt carregar
Redação Descritiva Texto Descritivo De Uma Pessoa Exemplo – Novo Exemplo

Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. (trecho da obra Iracema de José de Alencar)