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A INTERTEXTUALIDADE

Intertextualidade - Dicio, Dicionário Online de Português

Leia o poema abaixo:

Canção do exílio

Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Agora leia a tirinha e pense sobre o que seria intertextualidade…

1- (UERJ – 2008)

Ideologia

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões estão todas perdidas
Os meus sonhos foram todos vendidos
Tão barato que eu nem acredito
Eu nem acredito
Que aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
Frequenta agora as festas do “Grand Monde”

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver

O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock ‘n’ roll
Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
Agora assiste a tudo em cima do muro

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver.

(Cazuza e Roberto Frejat – 1988)

E as ilusões estão todas perdidas (v. 3)

Esse verso pode ser lido como uma alusão a um livro intitulado Ilusões perdidas, de Honoré de Balzac.

Tal procedimento constitui o que se chama de:

a) metáfora

b) pertinência

c) pressuposição

d) intertextualidade

e) metonímia

mais atividades clique:

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Como escrever para a Rainha Elizabeth

Clique e acesse às regras

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ATIVIDADES SOBRE DISCURSO DIRETO E INDIRETO

PARA PRATICAR:

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Descrição objetiva e subjetiva

Exemplo de descrição de paisagem:

A PAISAGEM

Há algum tempo atrás passei por uma paisagem muito bonita, que me ficou na memória… lembro-me desse dia, como, se fosse hoje.

Na paisagem, em primeiro plano podia-se observar uma cabana rústica, feita de madeira, com um aspeto de ser bastante antiga. Uns metros mais atrás da cabana, à esquerda, havia duas árvores, uma mais alta que outra, mas as duas de tom verde-escuro.

Na paisagem existiam bastantes colinas verdes, que subiam e desciam vezes sem conta.

Em segundo plano, havia uma bela e grande igreja branca com uns belos azulejos azuis limpos e brilhantes, e bem perto da igreja existiam ainda umas grandes árvores, de tom verde-claro.

Ao fundo da paisagem, por cima de tudo e de todos, umas grandes e belíssimas montanhas…

Esta foi uma paisagem muito bela que me ficou na memória.            

Paisagem


– Não imaginas a paisagem lindíssima que vi no fim-de-semana! Era uma paisagem colorida, cheia de verde à volta, devias ter visto! Ouvia-se os pássaros a cantar, melodias tão bonitas… Viam-se várias árvores, montanhas e casas, cada casa tinha uma beleza única! Também havia uma igreja ao fundo de tudo, estava rodeada com árvores e natureza, o que a tornava mais bela do que já era! Se tivesses lá, ias adorar! Para além dos pássaros, ouviam-se os sinos da igreja e o vento… Mais atrás da igreja, viam-se campos agrícolas e pastores a pastar o seu gado! Era tudo tão bonito. Espero voltar lá mais vezes! A uns metros, à frente da igreja estava uma cabana, que parecia abandonada. A cabana era castanha e pequena. À esquerda da cabana não havia árvores, só se via relva, um pouco seca. Mas era tudo tão lindo, que é impossível esquecer! Espero que um dia vás lá!

Dinâmica- desenhe a paisagem ao ouví-la

Agrupamento de Escolas Visconde de Juromenha - ppt carregar
Redação Descritiva Texto Descritivo De Uma Pessoa Exemplo – Novo Exemplo

Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. (trecho da obra Iracema de José de Alencar)

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Charlie Brown e a turma do Snoopy. Vida escolar!!

Reflexão:

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Contos de enigma

Conto de mistério
Os contos de mistério têm como característica uma história que pode ser sobrenatural ou somente um suspense, com uma situação mal resolvida onde as peças vão se encaixando no decorrer da narrativa, sem tantas pistas para o leitor, atingindo o clímax onde há a explicação.
O mistério é um gênero que prende a atenção do leitor pela curiosidade do desfecho, pois não é uma situação clara.
Ele é estruturado com uma introdução das personagens e da trama, o desenvolvimento dos fatos e o clímax, onde a situação de mistério é resolvida.

As características de um conto de enigma são:

> presença de crime ou mistério

> detetives como personagens centrais

> uso da lógica

> vestígios do crime (pistas)

Um conto de mistério ou mistério tem como tema central um crime. Assim, seu objetivo será a investigação e resolução desse fato, contando sempre com um detetive para isso.

Ao longo da história, o autor vai soltando pistas sobre o crime, que ajudarão o detetive a encontrar o verdadeiro culpado.


Tipos de conto: o conto é classificado como um gênero narrativo, ou seja, um tipo de narração. No entanto, existem vários tipos de contos dependendo dos elementos que compõem a história e de como ela pode terminar, dando subgêneros a eles.
Vejamos alguns mais famosos: conto maravilhoso, conto de terror, conto fantástico, conto de enigma.

Sobre o gênero conto de enigma
O eixo desse tipo de narrativa é um enigma a ser desvendado. Seus elementos básicos são: o enigma, a vítima, o culpado, o detetive, as pistas, a solução.
A trama, pode ser envolvente, mantém o leitor em tensão durante todo o desenvolver da história. No decorrer do texto, são apresentadas pistas que ajudam a elucidar o caso, mas o mistério só é resolvido no final da narrativa. Os diálogos são rápidos, em especial quando se trata de interrogatórios. A narrativa de enigma clássica apresenta sempre duas histórias distintas: a do crime e a da investigação. Em geral, durante o processo de investigação, relata-se a história do crime. Além um detetive perspicaz, esse gênero requer que a lógica de resolução do enigma seja perfeita, sem falhas.

Assista um exemplo de conto de enigma:

Questão: 1- No conto a liga dos Cabeças vermelhas, como Sherlock Holmes deduziu que o Sr. Wilson já tinha sido operário, viajado em navios, estado na China e escrito muito ultimamente?

Vamos ler o conto: Os dançarinos

De Arthur Conan Doyle – Clique abaixo:

Quem é Ágata Christie? Pesquise.

Vamos ler o Caso dos dez negrinhos

DEZ SOLDADINHOS SAEM PARA JANTAR, A FOME OS MOVE;
UM DELES SE ENGASGOU, E ENTÃO SOBRARAM NOVE.

NOVE SOLDADINHOS ACORDADOS ATÉ TARDE, MAS NENHUM ESTÁ AFOITO;
UM DELES DORMIU DEMAIS, E ENTÃO SOBRARAM OITO.

OITO SOLDADINHOS VÃO A DEVON PASSEAR E COMPRAR CHICLETE;
UM NÃO QUIS MAIS VOLTAR, E ENTÃO SOBRARAM SETE.

SETE SOLDADINHOS VÃO RACHAR LENHA, MAS EIS
QUE UM DELES CORTOU-SE AO MEIO, E ENTÃO SOBRARAM SEIS.

SEIS SOLDADINHOS COM A COLMEIA, BRINCANDO COM AFINCO;
A ABELHA PICA UM, E ENTÃO SOBRAM CINCO.

CINCO SOLDADINHOS VÃO AO TRIBUNAL, VER JULGAR O FATO;
UM FICOU EM APUROS, E ENTÃO SOBRARAM QUARTO.

QUATRO SOLDADINHOS VÃO AO MAR, UM NÃO TEVE VEZ;
FOI ENGOLIDO PELO ARENQUE DEFUMADO, E ENTÃO SOBRARAM TRÊS.

TRÊS SOLDADINHOS PASSEANDO NO ZOO, VENDO LEÕES E BOIS,
O URSO ABRAÇOU UM, E ENTÃO SOBROU DOIS.

DOIS SOLDADINHOS BRINCANDO AO SOL, SEM MEDO ALGUM;
UM DELES SE QUEIMOU, E ENTÃO SOBROU SÓ UM.

UM SOLDADINHO FICA SOZINHO, SÓ RESTA UM;
ELE SE ENFORCOU, E NÃO SOBROU NENHUM.

ATIVIDADE:

  1. Você vai assistir a um filme que seu professor escolheu. Ao final, em duplas, discutam as perguntas. A- Qual é o conflito? B- Qual é o clímax? C- Qual é o enigma? D- Você conseguiu desvendar o enigma? Como? E- Há clima de suspense? Como ele é criado? F- Você acha que a história de enigma envolve mais quando é retratada em livro ou em filme? Por quê?

RESOLVA OS ENIGMAS

  1. Um navio japonês foi assaltado e seu tesouro roubado. Piratas chegaram ao navio e questionaram os três únicos suspeitos: o cozinheiro, o médico e um marinheiro.

2- O cozinheiro disse que não tinha sido ele, pois estava cortando sushi; o médico disse que não havia sido ele, pois estava atendendo um passageiro com enjoo; o marinheiro disse que não havia sido ele, pois estava virando a bandeira.

Quem roubou o tesouro e como você descobriu?

3-Uma excursão, ao andar em um deserto, encontra o cadáver de um homem, um paraquedas e um palitinho de dente. Qual a explicação para isso?

4-JHON SENHOR


Sr . John, é um empresário rico que vive e faz as coisas sozinho. Num domingo, ele resolveu dar  uma festa em sua casa, chamou muitas pessoas. Na manhã do dia seguinte ele foi encontrado morto, lá tinha cinco suspeitos que haviam ficado na casa após a festa.
Seu melhor amigo, seu Tio, seu irmão, sua namorada e sua faxineira. A namorada disse que estava dormindo, quando a acordaram dizendo que ele tinha sido  assassinado. Seu melhor amigo disse que estava assistindo ao Futebol, quando foi chamado para assistir ao jogo, ele estava morto.

 Logo liguei para polícia. O tio disse que estava na sala de jantar tomando café da manhã. Seu
irmão disse que estava na piscina dando uns mergulhos. A faxineira disse que
estava varrendo o chão como fazia todo dia. Logo prenderam o assassino. Quem foi preso?

5-COMIDA
O dia estava chuvoso,
e os funcionários do restaurante chegaram para trabalhar . Tinha muito serviço,
começaram pela organização da cozinha e depois separar os alimentos das
receitas a serem preparados .De repente a cozinha pegou fogo. A perícia
constatou que naquele momento alguém havia deixado o álcool ao lado do fogão. A
cozinheira disse que estava colhendo as verduras na horta do restaurante, a
ajudante disse que estava estendendo no sol os panos de prato que tinha lavado
e o chefe da cozinha disse que tinha saído para comprar alguns itens que
faltavam… Quem foi o culpado?

Revista Enigmas

Vamos produzir um conto de enigma ou mistério? Leia os critérios:

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O Enigma da Água

(Assistir e responder as questões)

1- Em sua opinião, o curta metragem possui um enigma a ser desvendado? Por quê?

2- O que cai na água?

2- Descreva em 2 linhas o que acontece no filme. 

3- Complete ouvindo  novamente o filme:  A água formula um __________ e arremessa na ___________. Leva o ____________pela correnteza. Para que o homem com esperteza desvende um _______________. Sem _________o homem corre e não pode contar com a ___________.Na água mergulha para sempre escapar da __________. Ao desvendar o  mistério, mesmo no curso mais fundo como água o homem emerge à superfície do mundo.  Ao cair como água, o enigma vira certeza e o homem       antes seco e sem vida se torna parte da ___________.

3-  No trecho anterior encontre uma comparação e uma metáfora.

4- Explique com suas palavras qual é o enigma da água. Compartilhe com a classe.

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Como usar a vírgula

Meus caros. Há o caso célebre que ilustra a importância da pontuação das frases: ‘Jesus está aí não ressuscitou‘ pode significar tanto uma coisa como outra:

a) Jesus está aí? Não. Ressuscitou.

b) Jesus está aí! Não ressuscitou

Pegadinha da Língua Portuguesa

lingua portuguesaAí vai um desafio para quem quiser testar seus conhecimentos de Língua Portuguesa.
Na frase abaixo deverá ser colocado 1 ponto e 2 vírgulas para que a frase tenha sentido.
PENSE antes de ver a resposta que está no final da página.

MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA.

RESPOSTA:


Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.
A “pegadinha” está no fato do uso do verbo suar, confundindo com o pronome possessivo (sua) .

Fonte: https://falabonito.wordpress.com/2007/06/14/pegadinha-da-lingua-portuguesa/

Quando usar a vírgula

1- Separar elementos com a mesma função sintática

Substantivos do sujeito composto:

João, Márcio, Lucas e Luciano foram ao cinema juntos.

Enumerações e listas:

Fui ao mercado e comprei pão, ovos, açúcar e leite.

Aonde você viajou nas férias?

Holanda, Espanha, França e Inglaterra.

Orações assindéticas:

Marcela chegou, Carlos saiu, Marcela voltou e assim não se encontraram.

Eles andaram, pararam, se sentaram e saíram novamente.

2- Separar orações intercaladas

A vírgula pode ser usada para separar orações que se intercalam dentro de uma oração principal. Veja:

O jogo de hoje, disse o treinadoré uma verdadeira decisão.

A saída, pontuou o presidente, é investir na base da educação.

3- Separar orações adjetivas explicativas

Coloca-se a vírgula antes e após a oração subordinada adjetiva explicativa, como:

Manoel, que trabalha com o papai, ligou ontem à noite.

Meu amigo Lucasaquele que mora em Santos, vai se mudar para o Chile.

4 – Separar expressões explicativas

São utilizadas para ratificar ou explicar algo dito anteriormente, juntamente com expressões como isto éou sejapor exemploa meu ver. Por isso, elas aparecem entre vírgulas. Veja os exemplos:

A Holandapor exemplo, é um local onde a maioria da população fala inglês.

O time não se preparou adequadamente, isto é, não estava se importando muito com o jogo.

5 – Separar conjunções

A vírgula deve ser colocada antes de conjunções adversativas, como mastodaviaporémentretanto. Confira:

Eu fui à festamas não o vi.

Nós não viajaremos semana que vem, porém eu queria muito ir.

O mesmo vale para conjunções conclusivas, como logopor issoentão. Veja:

Eu cheguei e não vi nada, por isso fui embora.

Para mim não foi nada demaisentão não ficarei chateado.

Contudo, quando as conjunções forem deslocadas na frase, devem ficar entre vírgulas, como em:

Ele sempre gostou de trabalhar lá. Nunca foi, porémvalorizado.

Maria não se adaptou à escola. Não ficoupor issoo restante do ano letivo.

6 – Isolar o vocativo

A vírgula é colocada após o vocativo (termo utilizado para evocar o interlocutor). Veja:

Carlos, pegue a caneta para mim.

Alunos, ouçam o que tenho a dizer.

7 – Isolar o aposto

A vírgula é colocada antes e após o aposto (termo utilizado para tecer explicações ou definições sobre um substantivo da frase). Veja:

Matheus, o professor de química, me mandou e-mail ontem.

João, o seu amigo, me adicionou no Facebook.

8 – Isolar datas

A vírgula é colocada após o substantivo que indica o local, como:

São Paulo, 3 de janeiro de 1996.

Já nos casos em que precisamos isolar o número de um endereço, usa-se a vírgula antes dos algarismos, como:

Rua dos Jacarandás, 345.

9 – Marcar zeugma

Zeugma é um tipo de elipse utilizado para não se repetir termos de uma oração. Para indicá-la é preciso utilizar uma vírgula no lugar do termo não repetido, como no exemplo:

Eu gosto de futebol; Maria, de volêi.

No exemplo anterior, a oração omite o verbo “gostar”. Para marcar tal ação, utiliza-se a vírgula.

10 – Separar as orações subordinadas adverbiais

Pode-se empregar a vírgula para separar orações subordinadas adverbiais, como causais, condicionais, temporais e concessivas. Veja:

Ele foi demitidoporque nunca se dedicou muito ao trabalho.

Maria só vai viajar, quando a casa ficar pronta.

A mesma regra vale com as orações reduzidas, como:

O ladrão chegou à noite, assustando os moradores.

Porém, o uso quando a oração subordinada vem depois da principal não é o mais comum.

11 – Separar as orações subordinadas adverbiais deslocadas

Deve-se usar a vírgula após as orações subordinadas deslocadas, tanto desenvolvidas quanto reduzidas. Confira:

Quando o prazo for encerradoninguém mais poderá se inscrever.

Encerrado o prazo, ninguém mais poderá se inscrever.

12 – Separar adjuntos adverbiais deslocados

Deve-se usar a vírgula para separar os adjuntos adverbiais dos mais diversos tipos. Veja:

Quem diria que, aos poucos, eles mudariam seus hábitos.

Depois de assistir ao filme, fomos comer.

Porém, quando o adjunto adverbial tiver menos de quatro palavras, pode-se omitir a vírgula, como:

Dentro de casa eles mal se viam.

13 – Separar termos que desejamos destacar

Emprega-se a vírgula quando você usar algum objeto pleonástico antes do verbo, como:

Aos pais, nada lhes foi solicitado.

O salárioo patrão se recusava a pagá-lo.

Quando não usar a vírgula

Fique atento para não usar a vírgula em alguns casos específicos! Afinal, estes usos incorretos podem até resultar em uma redução da nota da redação no vestibular, por exemplo. Veja:

1 – Não separar o sujeito do predicado

A vírgula nunca deve separar o sujeito do predicado. Quando há apenas um substantivo simples no sujeito, isso fica mais fácil de se aplicar, como:

João saiu de casa à meia noite. (Correto)

João, saiu de casa à meia noite. (Incorreto)

Quando há outros nomes com o sujeito é possível se confundir e pensar que se deve empregar a vírgula, mas isso continua incorreto. Veja:

Jogadores de várias nacionalidades atuaram pelo mesmo time. (Correto)

Jogadores de várias nacionalidades, atuaram pelo mesmo time. (Incorreto)

2 – Não separar o verbo do complemento

A mesma lógica se aplica ao verbo e seus complementos – tanto diretos quanto indiretos -, como:

João pediu a Maria que fosse visitá-lo. (Correto)

João pediu, a Maria, que fosse visitá-lo. (Incorreto)

Eu entreguei o documento a ele. (Correto)

Eu entreguei o documento, a ele. (Incorreto)

Mesmo que a ordem dos objetos seja invertida, você não deve usar a vírgula. Veja:

Marcela emprestou para seu primo o computador. (Correto)

Marcela emprestou, para seu primo, o computador. (Incorreto)

Marcela emprestou para seu primo, o computador. (Incorreto)

É muito importante se concentrar e usar corretamente a vírgula. Porém, para aprender de fato todas as regras relacionadas ao uso desse sinal de pontuação, é preciso estudar atentamente cada um desses itens e praticar bastante, lendo livros e escrevendo redações.

Fonte: https://www.coc.com.br/blog/soualuno/portugues/como-usar-a-virgula-15-regras-que-voce-precisa-saber

11) Quanto ao período da indagação (não sei se há outros sentidos), pode ele ser pontuado ao menos dos seguintes modos, todos corretos:

I) Maria toma banho porque sua. Mãe! disse ela, pegue a toalha!

II) Maria toma banho, porque sua. Mãe! disse ela, pegue a toalha!

III) Maria toma banho porque sua. Mãe! – disse ela – pegue a toalha!

IV) Maria toma banho, porque sua. Mãe! – disse ela – pegue a toalha!

V) Maria toma banho porque sua. Mãe! (disse ela) pegue a toalha!

VI) Maria toma banho, porque sua. Mãe! (disse ela) pegue a toalha!

VII) Maria toma banho porque sua. “Mãe!” disse ela. “Pegue a toalha!”

VIII) Maria toma banho, porque sua. “Mãe!” disse ela. “Pegue a toalha!”

IX) Maria toma banho porque sua. “Mãe!” – disse ela – “Pegue a toalha!”

X) Maria toma banho, porque sua. “Mãe!” – disse ela – “Pegue a toalha!”

XI) Maria toma banho porque sua. “Mãe!” (disse ela) “Pegue a toalha!”

XII) Maria toma banho, porque sua. “Mãe!” (disse ela) “Pegue a toalha!”

XIII) Maria toma banho porque sua. – Mãe! disse ela, pegue a toalha!

XIV) Maria toma banho, porque sua. – Mãe! disse ela, pegue a toalha!

XV) Maria toma banho porque sua. – Mãe! – disse ela – pegue a toalha!

XVI) Maria toma banho, porque sua. – Mãe! – disse ela – pegue a toalha!

XVII) Maria toma banho porque sua. – Mãe! (disse ela) pegue a toalha!

XVIII) Maria toma banho, porque sua. – Mãe! (disse ela) pegue a toalha!

ATIVIDADES- USO DA VÍRGULA

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USO INCORRETO DO PRONOME DEMONSTRATIVO MESMO

Você usa o ”mesmo” da forma correta? – Guroo – Centro de Ensino

Um equívoco muito cometido pelos falantes da língua portuguesa é o uso da expressão “o(a) mesmo(a)” para substituir pronome ou substantivo em uma oração. Um exemplo clássico, que você certamente já viu por aí, é a famosa placa:

• “Antes de entrar no elevador, verifique se O MESMO encontra-se neste andar.”