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Festival Internacional de poesia em Dois Córregos- São Paulo

Festival reúne poetas brasileiros e estrangeiros na cidade que já ganhou fama de ‘capital da poesia’

Dois Córregos traz em junho o chileno Raul Zurita, a argentina Graciela Wencelblat e o brasileiro Arnaldo Antunes em evento com o tema ‘Por um mundo mais poético’

Dois Córregos, 20/05/2008 – A segunda edição do Festival Internacional de Poesia de Dois Córregos acontece nos dias 13, 14 e 15 de junho e vem para confirmar a fama da cidade de ‘capital da poesia’. Promovido pela Prefeitura Municipal e pelo Instituto Usina de Sonhos, o festival realizará 16 atividades, entre palestras, mesas redondas, apresentações artísticas e saraus em torno do tema ‘Por um mundo mais poético’. O objetivo é discutir o lugar da poesia na vida moderna e como ela pode modificar visões de mundo.

Dois Córregos, localizada no centro do Estado, tem cerca de 25 mil habitantes e há dois anos passou a promover a inclusão cultural por meio da poesia, por meio do projeto EntreVersos. A iniciativa apóia a produção de textos poéticos em escolas, indústrias, comércio, zona rural e penitenciária da cidade. O sucesso foi tão grande que culminou na edição do primeiro festival, realizado no ano passado. O II Festival traz agora novas atrações.

Na programação, palestras com Raul Zurita, poeta chileno premiado que participará do Festival Internacional de Literatura de Berlim deste ano; Graciela Wencelblat, poetisa argentina com publicações traduzidas para o português e francês; Arnaldo Antunes, cantor, compositor, músico e poeta; Rafael Raposo, ator principal do filme em homenagem a Noel Rosa, ‘Poeta da Vila’, além de mesas redondas com estudiosos. ‘As discussões deverão nos mostrar como a poesia pode mudar comportamentos, enriquecer a alma e criar uma cultura mais expressiva e aberta’, diz o empresário José Eduardo Mendes Camargo, fundador e presidente do Instituto Usina de Sonhos.

Além de idealizador do projeto Entre Versos, que contaminou a cidade, Camargo também é empresário e vice-presidente do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).

Palestras e discussões

O evento começa no dia 13 com jantar de abertura e sarau. No dia 14, após abertura oficial, a poetisa argentina Graciela Wencelblat apresenta palestra sobre ‘A inquietude da poesia’, seguida de painéis sobre poesia nas escolas, poesia em outros segmentos sociais e centenário da morte de Machado de Assis. Em seguida, acontece uma sessão de declamações e depoimentos de participantes do projeto EntreVersos. A poetisa e educadora Teruko Oda encerra a manhã com uma palestra sobre haikai – forma poética de origem japonesa que valoriza a coesão e objetividade.

Na tarde do dia 14, o conferencista Fábio Lucas, da Academia Paulista de Letras (APL), fala sobre poesia moderna, seguido de uma mesa redonda comandada por Levi Bucalem Ferrari, presidente da União Brasileira dos Escritores (UBE). Após um intervalo, o ator Rafael Raposo fala sobre sua participação no filme ‘Poeta da Vila’ (do diretor Ricardo Van Steen), em que encarnou o compositor Noel Rosa, papel pelo qual foi reconhecido como ‘Ator do Ano’ pelo SESI de São Paulo. A programação do dia se encerra com apresentações de poesia popular.

Na manhã do dia 15, uma palestra sobre ‘Espiritualidade na poesia’, com Ulisses Riedel, abre a programação, seguida de uma palestra do o poeta, cantor e compositor Arnaldo Antunes, falando sobre ‘Poesia e Literatura’. Quem fecha a programação é o poeta chileno Raul Zurita, que apresentará trechos de sua obra ‘A Nova Vida’. Às 12h haverá uma apresentação da Banda do SESI de Limeira, seguida de almoço.

Projeto EntreVersos

Lançado em dezembro de 2006, o projeto EntreVersos conseguiu, com sucesso, envolver a população de Dois Córregos. A idéia era estimular a leitura e livre expressão da criatividade artística em diversos segmentos sociais, proporcionando ainda o surgimento de novos talentos.

O projeto ajudou a transformar a cidade. Professores da Rede Pública de Ensino envolvem seus alunos com poesia. Nas indústrias, funcionários têm espaços para a criação e discussão de poemas, que depois são publicados em murais.

Por meio do EntreVersos, com apoio das autoridades locais, as reeducandas da Casa de Detenção da cidade escrevem sobre suas experiências e manifestam seus sentimentos por meio da poesia. Depois, publicam os textos nos jornais da cidade. Nos canaviais e nas plantações, agricultores declamam poemas que eles mesmos escrevem.

Instituto Usina de Sonhos

Fundado em agosto de 1995 em Dois Córregos (SP), o Instituto Usina de Sonhos tem como missão transformar a sociedade por meio da linguagem poética, instituindo a cultura da paz e da não-violência. Para isso, busca envolver autoridades, instituições sociais e a comunidade em parcerias e projetos voltados à arte-educação, integrando atividades culturais ao ensino nas escolas, incentivando formas variadas de expressão da criatividade e promovendo o interesse por estudos literários e poéticos. Dessa forma, o instituto valoriza ações positivas que ajudem na construção de uma sociedade mais democrática.

A Usina de Sonhos e seus projetos têm o reconhecimento da Abrinq (Associação Brasileira de Brinquedos) e da Unesco – Órgão das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Cultura.

Mais informações:
Com Texto Comunicação & Marketing
Murilo Barbosa – Assessor de Imprensa
16 3324 5300
16 9192 9775
murilo@ctexto.com.br
http://www.ctexto.com.br/

Fontes:
Colaboração de Douglas Lara, in Acontece em Sorocaba, www.sorocaba.com.br/acontece
http://www.panoramio.com/ (imagem)

https://nuhtaradahab.wordpress.com/2008/05/21/festival-internacional-de-poesia-de-dois-corregos-sp/

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Cláudia Raia sugere campanha mundial de oração para combater coronavirus

Assista ao vídeo abaixo e ouça sobre um encontro marcado para realizar orações com a intenção de melhorar a situação triste que vivemos. Você acredita no poder da oração? depois de assistir iremos comentar!

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Figuras de linguagem

Vamos praticar? Acesse o botão abaixo e teste seu conhecimento em relação às diversas figuras de linguagem!

Fonte: https://aprovadonovestibular.com/resumo-figuras-linguagem-exemplos-exercicios.html

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PODCAST – CONVIDADA A POETA SILVANA DUARTE

Episódio 16 – Vânia Moreira Trilhas Literárias

A convidada do episódio de número 16 é a poetisa Vânia Moreira, que nos dá a honra de ouvir como começou sua carreira, suas participações em antologias e movimentos poéticos e nos presenteia com poesias. — Send in a voice message: https://anchor.fm/edson-gomes4/message
  1. Episódio 16 – Vânia Moreira
  2. Episódio 15 – Tamiris Coelho
  3. Episódio 14 – Elaine Mascarenhas
  4. Episódio 13 – Jonathan Gleik (Cafeína 2.0)
  5. Episódio 12 – Ana Paula Toledo
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Português: poema para mostrar como este idioma pode ser complexo na acentuação das palavras:

PORTUGUÊS NÃO É PARA AMADOR:
Um poeta escreveu:
“Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar”.
Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.
Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.
Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.
No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável…
Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.
E há outros casos, claro!
Eu não me medico, eu vou ao médico.
Quem baba não é a babá.
Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.
Será que a romã é de Roma ?
Seus pais vêm do mesmo país ?
A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.
Assento é embaixo, acento é em cima.
Embaixo é junto e em cima separado.
Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô ?
Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá ?
O que tem a pele do Pelé ?
O que há em comum entre o camelo e o camelô ?
O que será que a fábrica fabrica ?
E tudo que se musica vira música ?
Será melhor lidar com as adversidades da conjunção ”mas” ou com as más pessoas ?
Será que tudo que eu valido se torna válido ?
E entre o amem e o amém, que tal os dois ?
Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.
É a primeira vez que tu não o vês.
Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.
Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.
Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.
Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.
Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.
Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.
Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Calça, você bota; bota, você calça.
Oxítona é proparoxítona.
Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.
E paro por aqui, pois esta lista já está longa.
Realmente, português não é para amador!
Se você foi capaz de ENTENDER TUDO, parabéns!! Seu português está muito bom!
((Autor desconhecido))

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María de mi corazón

ATIVIDADE

Lembra da história contada na aula? A MARIA DE MEU CORAÇÃO?

Do escritor Gabriel Garcia Marques.

Vamos relembrar alguns fatos:

· Maria era recém-casada com um funcionário público;

· A história se passa mais ou menos na década de 30 ou seja, não se consegue um telefone assim, tão facilmente;

· Maria trabalhava com o carro, e teve que sair da cidade naquele dia,

· Havia naquele dia uma chuva torrencial;

· Seu carro quebrou numa estrada solitária;

· Estava escurecendo;

· Não passava carros, quando passava ninguém parava para ajudá-la;

· Felizmente parou um ônibus para ajudá-la, quando ela entrou havia mulheres atônitas. Maria não sabia, mas, a partir daquele momento sua vida mudara para sempre…

Bom, agora é com você! Continue a história a cima. O que pode ter acontecido com Maria ?

Que pessoas surgiram em sua vida? Qual fato ocorreu? O que ela fez?

1. Faça rascunhos..

2. Passe a limpo

3. Deixe todas as versões que surgirem em seu caderno

4. Depois quer o conhecer o que aconteceu com Maria de meu coração!

TRIBUNA: GABRIEL GARCIA MARQUEZ

“María de mi corazón”

GABRIEL GARCIA MARQUEZ 05/05/1981

http://www.elpais.com/articulo/opinion/Maria/corazon/elpepiopi/19810505elpepiopi_9/Tes

Hace unos dos años, le conté un episodio de la vida real al director mexicano de cine Jaime Humberto Hermosillo, con la esperanza de que lo convirtiera en una película, pero no me pareció que te hubiera llamado la atención. Dos meses después, sin embargo, vino a decirme sin ningún anuncio previo que ya tenía el primer borrador del guión, de modo que seguimos trabajándolo juntos hasta su forma definitiva. Antes de estructurar los caracteres de los protagonistas centrales, nos pusimos de acuerdo sobre cuáles eran los dos actores que podían encarnarlos mejor: María Rojo y Héctor Bonilla. Esto nos permitió además contar con la colaboración de ambos para escribir ciertos diálogos, e inclusive dejamos algunos apenas esbozados para que ellos los improvisaran con su propio lenguaje durante la filmación.Lo único que yo tenía escrito de esa historia -desde que me la contaron muchos años antes en Barcelona- eran unas notas sueltas en un cuaderno de escolar, y un proyecto de título: «No: yo sólo vine a hablar por teléfono». Pero a la hora de registrar el proyecto de guión nos pareció que no era el título más adecuado, y le pusimos otro provisional: María de mis amores. Más tarde, Jaime Humberto Hermosillo le puso el título definitivo: María de mi corazón. Era el que mejor le sentaba a la historia, no sólo por su naturaleza, sino también por su estilo.

La noticia en otros webs

La película se hizo con la aportación de todos. Creadores, actores y técnicos aportamos nuestro trabajo a la producción, y el único dinero líquido de que dispusimos fueron dos millones de pesos de la universidad veracruzana; es decir, unos 80.000 dólares, que, en términos de cine, no alcanzan ni para los dulces. Se filmó en dieciséis milímetros y en color, y en 93 días de trabajos forzados en el ambiente febril de la colonia Portales, que me parece ser una de las más definitivas de la ciudad de México. Yo la conocía muy bien, porque hace más de veinte años trabajé en la sección de armada de una imprenta de esa colonia, y por lo menos un día a la semana, cuando terminábamos de trabajar, me iba con aquellos buenos artesanos y mejores amigos a bebernos hasta el alcohol de las lámparas en las cantinas del barrio. Nos pareció que ese era el ámbito natural de María de mi corazón. Acabo de ver la película ya terminada, y me alegré de comprobar que no nos habíamos equivocado. Es excelente, tierna y brutal a la vez, y al salir de la sala me sentí estremecido por una ráfaga de nostalgia.

María -la protagonista- era en la vida real una muchacha de unos veinticinco años, recién casada con un empleado de los servicios públicos. Una tarde de lluvias torrenciales, cuando viajaba sola por una carretera solitaria, su automóvil se descompuso. Al cabo de una hora de señas inútiles a los vehículos que pasaban, el conductor de un autobús se compadeció de ella. No iba muy lejos, pero a María le bastaba con encontrar un sitio donde hubiera un teléfono para pedirle a su marido que viniera a buscarla. Nunca se le habría ocurrido que en aquel autobús de alquiler, ocupado por completo por un grupo de mujeres atónitas, había empezado para ella un drama absurdo e inmerecido que le cambió la vida para siempre.

Al anochecer, todavía bajo la lluvia persistente, el autobús entró en el patio empedrado de un edificio enorme y sombrío, situado en el centro de un parque natural. La mujer responsable de las otras las hizo descender con órdenes un poco infantiles, como si fueran niñas de escuela. Pero todas eran mayores, demacradas y ausentes, y se movían con una andadura que no parecía de este mundo. María fue la última que descendió sin preocuparse de la lluvia, pues, de todos modos, estaba empapada hasta el alma. La responsable del grupo se lo encomendó entonces a otras, que salieron a recibirlo, y se fue en el autobús. Hasta ese momento, María no se había dado cuenta de que aquellas mujeres eran 32 enfermas pacíficas trasladadas de alguna otra ciudad, y que en realidad se encontraba en un asilo de locas.

En el interior del edificio, María se separó del grupo y preguntó a una empleada dónde había un teléfono. Una de las enfermeras que conducía a las enfermas la hizo volver a la fila mientras le decía de un modo muy dulce: «Por aquí, linda, por aquí hay un teléfono». María siguió, junto con las otras mujeres, por un corredor tenebroso, y al final entró en un dormitorio colectivo donde las enfermeras empezaron a repartir las camas También a María le asignaron la suya. Más bien divertida con el equívoco, María le explicó entonces a una enfermera que su automóvil se había descompuesto en la carretera y sólo necesitaba un teléfono para prevenir a su marido. La enfermera fingió escucharla con atención, pero la llevó de nuevo a su cama, tratando de calmarla con palabras dulces.

«De acuerdo, linda», le decía, «si te portas bien, podrás hablar por teléfono con quien quieras. Pero ahora no, mañana».

Comprendiendo de pronto que estaba a punto de caer en una trampa mortal, María escapó corriendo del dormitorio. Pero antes de llegar al portón, un guardia corpulento le dio alcance, le aplicó una llave maestra, y otros dos le ayudaron a ponerle una camisa de fuerza. Poco después, como no dejaba de gritar, le inyectaron un somnífero. Al día siguiente, en vista de que persistía en su actitud insurrecta, la trasladaron al pabellón de las locas furiosas, y la sometieron hasta el agotamiento con una manguera de agua helada a alta presión.

El marido de María denunció su desaparición poco después de la media noche, cuando estuvo seguro de que no se encontraba en casa de ningún conocido. El automóvil -abandonado y desmantelado por los ladrones- fue recuperado al día siguiente. Al cabo de dos semanas, la policía declaró cerrado el caso, y se tuvo por buena la explicación de que María, desilusionada de su breve experiencia matrimonial, se había fugado con otro.

Para esa época, María no se había adaptado aún a la vida del sanatorio, pero su carácter había sido doblegado. Todavía se negaba a participar en los juegos al, aire libre de las enfermas, pero nadie la forzaba. Al fin y al cabo, decían los médicos, así empezaban todas, y tarde o temprano terminaban por incorporarse a la vida de la comunidad. Hacia el tercer mes de reclusión, María logró por fin ganarse la confianza de una visitadora social, y ésta se prestó para llevarle un mensaje a su marido.

El marido de María la visitó el sábado siguiente. En la sala de recibo, el director del sanatorio le explicó en términos muy convincentes cuál era el estado de María y la forma en que él mismo podía ayudarla a recuperarse. Le previno sobre su obsesión dominante -el teléfono- y le instruyó sobre el modo de tratarla durante la visita, para evitar que recayera en sus frecuentes crisis de furia. Todo era cuestión, como se dice, de seguirle la corriente.

A pesar de que él siguió al pie de la letra las instrucciones del médico, la primera visita fue tremenda. María trató de irse con él a toda costa, y tuvieron que recurrir otra vez a la camisa de fuerza para someterla. Pero poco a poco se fue haciendo más dócil en las visitas siguientes. De modo que su marido siguió visitándola todos los sábados, llevándole cada vez una libra de bombones de chocolate, hasta que los médicos le dijeron que no era el regalo más conveniente para María, porque estaba aumentando de peso. A partir de entonces, sólo le llevó rosas.

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